Odebrecht movimentou US$ 211 milhões na Suíça para pagar propinas, dizem investigadores


Tribunal Federal do país europeu usou delações premiadas da Operação Lava Jato para fundamentar suspeita. No alvo, estão executivos da empreiteira, da Petrobras e políticos

REDAÇÃO ÉPOCA
29/10/2016 - 13h04 - Atualizado 29/10/2016 13h42
Alvo da Operação Lava Jato, a Odebrecht movimentou pelo menos US$ 211,6 milhões em contas secretas na Suíça para favorecer executivos da empreiteira, ex-diretores da Petrobras e políticos brasileiros. É o que apontam documentos do Tribunal Federal do país europeu. A informação foi divulgada neste sábado (29) pelo jornal O Estado de S. Paulo.
"Existe a suspeita de que esses pagamentos sejam propinas", diz um dos quatro despachos da Justiça suíça que embasaram a decisão de trazer ao Brasil mais de 2 mil páginas de extratos bancários da Odebrecht. As movimentações financeiras foram realizadas entre 2008 e 2014. Os relatórios suíços não citam a identidade dos envolvidos e foram feitos com base em informações de delações premiadas da Lava Jato.
Entre agosto de 2012 e junho de 2014, por exemplo, os relatórios dizem que US$ 96 milhões teriam sido distribuídos a quatro ex-diretores da petroleira brasileira. Para justificar os pagamentos, foram firmados contratos fictícios, dizem os despachos. Em troca das propinas, eram garantidos contratos para a Odebrecht em obras da Petrobras.
Empresa Odebrecht, em São Paulo (Foto: Bruno Cotrim / Frame / Ag. O Globo)
O próximo passo dos investigadores suíços é identificar os destinários do recursos, bem como a origem ilícita dos recursos. Para tentar descobrir a fonte do dinheiro, a nova onda de delações de executivos da Odebrecht no Brasil é considerada uma etapa "fundamental".
Em fase de finalização, a delação da Odebrecht deve trazer para o centro do escândalo de corrupção o engenheiro Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, ele será apontado como elo entre a empreiteira e recursos destinados a ela para políticos do PSDB.
Souza foi direto da Dersa, concessionária paulista de rodovias, em governos tucanos. Ele ficou conhecido na campanha de 2010, quando Dilma Rousseff o citou em um debate com José Serra. A ex-presidente mencionou reportagens que apontavam Souza como um dos tesoureiros informais do partidos.
Com os novos acordos de delação no Brasil, uma nova fase na colaboração entre o país e a Suíça deve ser lançada. Um dos entraves, no entanto, é o anúncio de que o procurador que cuidava do caso da Odebrecht na Suíça, Stefan Lenz, deixará o cargo em dezembro.
A empreiteira não se pronunciou sobre as suspeitas. O Ministério Público suíço disse que também não comentaria o andamento do processo.

O PRB chega ao púlpito


Vitória de Marcelo Crivella no Rio marca a ascensão do partido que superou a associação com igreja

LEANDRO LOYOLA
30/10/2016 - 18h35 - Atualizado 30/10/2016 18h35
No início da campanha eleitoral, líderes do PRB fizeram uma análise realista do que vinha pela frente. Nas duas maiores frentes de disputa, apostavam muito no sucesso do senador Marcelo Crivella, no Rio de Janeiro, e desconfiavam um pouco das chances do deputado Celso Russomano em São Paulo, apesar da liderança folgada na ocasião. A impressão, apesar de feita sem nenhuma ciência ou base estatística, se confirmou. O PRB ganhou neste domingo, dia 30, a eleição na segunda maior cidade do país. Transformou-se em uma força eleitoral a ser observada.
Crivella (Foto: André Horta/ Fotoarena/Ag. O Globo)
No total, o PRB passou de 79 para 104 prefeitos. Firma-se como um projeto ímpar no cenário político, do partido que nasceu fincado na religião, criado e identificado com a Igreja Universal do Reino de Deus, uma das maiores agremiações cristãs neopentecostais do mundo. É natural que Crivella, um dos maiores líderes da igreja e uma aposta antiga dela na política, tenha atingido a maior vitória eleitoral do partido. Contudo, o PRB há tempos se firmou como uma força política à parte da igreja; é um partido onde cabem políticos com potencial eleitoral, a maior parte deles desvinculada da Universal, como é o caso do católico Russomano, o deputado federal mais bem votado do Brasil em 2014.
O PRB atingiu o ponto atual com pragmatismo e apostas corretas. A primeira delas foi procurar desvincular-se publicamente da sua origem, a Igreja Universal, na medida que a identificação religiosa poderia levar ao preconceito e, no passo seguinte, gerar rejeição eleitoral. Um candidato do PRB sempre está pronto para negar ajuda da igreja ou a falar de religião quando o ambiente não for religioso.  
Em Brasília, o PRB soube se posicionar. Engajou-se no impeachment quando não havia muito mais a fazer ao lado de Dilma Rousseff. Todos os seus 22 deputados compareceram ao plenário e votaram contra Dilma. Ganhou de Michel Temer um Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços meio desidratado, é verdade, mas que lhe proporciona certa visibilidade política e um espaço melhor que no problemático Ministério do Esporte. Saiu, assim, do modesto posto de partido destinado a conceder apoio no Congresso em troca de um ministério pequeno e inofensivo, para o de partido médio com aspirações a algo maior.
A eleição de Crivella não vai transformar o PRB num partido grande como o PMDB. A prefeitura do Rio é grande, é o maior passo da legenda, mas é o início de um processo para o partido tentar firmar-se como algo maior no cenário. Crivella terá de administrar a maior cidade de um Estado falido, em meio a uma crise econômico fortíssima e um caixa que sofre com a queda de arrecadação. Além disso, sempre existe o risco de surpresas nas contas públicas. O desafio do PRB no futuro próximo será não deixar que sua maior vitória ponha tudo a perder.

Lula e Dilma dão uma banana para a democracia e não vão votar; e ainda há bobo que faz vigília…



Quem é petista e não se beneficiou das maracutaias lideradas pelo partido não deve ser bandido — embora possa gostar de bandidos… Mas uma coisa é certa: é trouxa. Por que afirmo isso? Nem Lula nem Dilma compareceram para votar neste domingo, embora tenha havido segundo turno nas cidades de seus respectivos domicílios eleitorais: São Bernardo do Campo e Porto Alegre.
Sendo quem são, trata-se de uma óbvia manifestação de desrespeito pelo processo eleitoral. Só não compareceram porque ambos já haviam sido derrotados nas suas cidades. Na mítica capital do sindicalismo petista, berço político de Lula, Tarcísio Secoli, candidato do PT, ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com 22,57%. O segundo turno foi disputado por Orlando Morando, do PSDB, que ficou com 45,07% na primeira jornada, e Alex Manente, do PPS, com 28,41%. O tucano vai vencer. É claro que, houvesse um companheiro na reta final, o Apedeuta lá estaria.
Dilma também deu de ombros para a eleição, não quis nem saber. Ela vota em Porto Alegre. Do mesmo modo, na capital gaúcha não sobrou esquerdista para a etapa final. Nelson Marchezan Jr., que deve vencer, do PSDB, enfrenta Sebastião Mello, do PMDB. Raul Pont, do PT, obteve apenas 16,37% dos votos. A outra esquerdista da turma, Luciana Genro (PSOL), que chegou a liderar a disputa, obteve apenas 12,06% e ficou em quinto lugar.
A ex-presidente preferiu se mandar para a sua terra natal, Belo Horizonte, onde também não teria candidato. Reginaldo Lopes, do PT, teve desempenho de candidato nanico na primeira jornada: 7,27%. Alexandre Kalil (PHS) e João Leite (PSDB) rejeitaram, obviamente, o apoio do PT.
Vamos lá: eu sou contra o voto obrigatório. Acho que tem de acabar. Mas Lula e Dilma são favoráveis. Dois ex-presidentes que deixam de comparecer ao segundo turno porque não têm candidato evidencia que eles só respeitam resultado em que são vencedores. Bem, já sabíamos disso.
Segundo o Inciso II do 1º Parágrafo do Artigo 14 da Constituição, Lula não é obrigado a votar porque já tem mais de 70 anos. Mas Dilma ainda tem 68. Só para lembrar: o voto também não é obrigatório para analfabetos e pessoas entre 16 e 18 anos.
Ocorre que a questão, obviamente, não é de natureza legal apenas. Antes de mais nada, é política. Sendo quem são, deveriam demonstrar subordinação às regras do jogo… Bem, não seria agora que a dupla demonstraria seu amor ao Estado de Direito, não é mesmo?
Fico aqui pensando naqueles, com todo respeito, bobões que ficam fazendo vigília em frente à casa de Lula ou que foram às ruas para defender o mandato de Dilma. Eis o que ganham em troca: uma solene banana.
Ainda que a dupla pudesse argumentar que iria anular o voto, pouco importa. Deveria ter demonstrado que aceita as regras do jogo. Como se vê, não aceita. Para o PT, só um resultado é legítimo: a vitória do partido. Ou eles gritam: “golpe!”.
Fonte: Coluna de Reinaldo Azevedo na Veja.com

Richa: está na hora de acabar com essa brincadeira


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Ao votar neste domingo (30) em Curitiba, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), fez novo pedido pela desocupação de escolas estaduais por estudantes, e disse que “está na hora de parar”.
“Está na hora de todos se conscientizarem e pararem com essa brincadeira. Isso não leva a nada”, afirmou.
Cerca de 800 escolas foram ocupadas por estudantes no Paraná nas últimas três semanas, em protesto contra a reforma do ensino médio proposta pelo governo federal. Cerca de 400 continuam ocupadas, segundo balanço da secretaria da Educação. As informações são da Folha de S. Paulo.

“Eu fiz a minha parte. Fizemos audiências públicas com alunos e professores, levamos propostas a Brasília, tranquilizei a todos dizendo que não aplicaríamos essas mudanças sem conversar com a comunidade escolar. Não há o menor sentido nessas ocupações.”
Richa teve o local de votação transferido por causa das ocupações: ele costuma votar no Colégio Estadual Amâncio Moro, que está tomado por alunos. Por causa disso, votou numa escola particular.
“Acho muito lamentável todo esse transtorno ao Paraná, e em especial um prejuízo à educação”, disse.
Richa destacou que há alunos prejudicados, sem aulas e provavelmente sem Enem –o MEC informou que escolas ocupadas até esta segunda (31) teriam a prova cancelada.
“É uma minoria que está sendo manipulada politicamente para essas ocupações”, disse o governador tucano.
REINTEGRAÇÃO
Na quinta (27), o governo estadual conseguiu ordens de reintegração de posse de 25 colégios em Curitiba.
Parte dos estudantes, porém, inclusive no Colégio Estadual do Paraná (o maior do Estado), se recusa a sair.
Richa disse que o governo vai manter o diálogo, “de maneira pacífica”.
“Vamos tentar o diálogo de todas as formas. O uso da força seria a última alternativa”, afirmou, sobre o uso da Polícia Militar no cumprimento das ordens.
“Vamos esgotar todas as formas de negociação e pedir também a pais e à comunidade escolar que nos ajudem no convencimento desses alunos para atender à vontade da maioria.”

Alexandre Kalil vence PSDB de Aécio é eleito prefeito de Belo Horizonte


Da Agência Brasil


O empresário Alexandre Kalil (PHS) venceu a disputa para a prefeitura de Belo Horizonte. Com 95,15% das urnas apuradas, o ex-presidente do clube de futebol Atlético Mineiro está matematicamene eleito com 53,31% dos votos válidos e não pode mais se alcançado por João Leite (PSDB), que tem 46,69% dos votos. As abstenções representam 22,48% dos votos, os votos nulos são 4,86% e os brancos 15,53%.
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(Foto: EBC)
Aos 57 anos, Alexandre Kalil (PHS) disputa uma eleição pela primeira vez. A campanha dele foi marcada pelo lema de que não é político e sim empresário. Natural de Belo Horizonte, foi presidente do Atlético-MG de 2008 a 2014. Durante sua gestão, o clube contratou Ronaldinho Gaúcho e foi campeão da Copa Libertadores da América, em 2013, considerado o maior título da história do time mineiro.
Crítico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o ex-dirigente liderou a criação da Primeira Liga, que organizou no início deste ano uma competição com clubes de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e dos estados do sul do país.
Graduado em engenharia civil, Kalil é sócio da empresa Erkal Engenharia. Em 2014, chegou a registrar-se como candidato pelo PSB a deputado federal, mas desistiu do pleito após a morte de Eduardo Campos, que disputava a Presidência da República pelo mesmo partido.
O vice na chapa da Kalil é Paulo Lamac (Rede), também natural da capital mineira.

Marcelo Rangel é reeleito prefeito de Ponta Grossa com 55% dos votos



Do Portal A Rede

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(Foto: Portal A Rede)
No comando da coligação “Ponta Grossa no rumo certo”, Marcelo Rangel (PPS) colocou seu nome na história ao ser o segundo prefeito reeleito na cidade. Ele bateu seu oponente no segundo turno, o deputado federal Aliel Machado (REDE), com cerca de 55% dos votos válidos (a apuração ainda não atingiu a totalidade das urnas). Aliel teve aproximadamente 45% do eleitorado ponta-grossense. O gestor apostou na experiência obtida no cargo durante os últimos quatro anos e nos avanços conquistados no município, mesmo diante da crise política e financeira instaurada no país em 2015 e 2016.
Rangel terá como vice a ex-secretária municipal, Elizabeth Schmidt (PSB), liderando um grupo formado por 12 partidos. Durante a campanha Range apostou em ressaltar os investimentos em educação, principalmente o ensino integral.
Marcelo Rangel tem 46 anos de idade, é radialista, empresário e possui formação em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Foi deputado estadual de 2006 a 2010. E em 2012, deixou o cargo na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), para assumir a Prefeitura de Ponta Grossa.

Pela primeira vez na história, Porto Alegre terá prefeito tucano


Da Agência Brasil


O candidato Nelson Marchezan Júnior (PSDB) foi eleito prefeito de Porto Alegre (RS). Com 90,44% das urnas apuradas, ele obteve 59,98% dos votos válidos. Seu concorrente, Sebastião Melo (PMDB), registra, até o momento, 40,02% do total de votos apurados. Brancos e nulos totalizam 19%.
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(Foto: EBC)
Nelson Marchezan Júnior é filho do político gaúcho Nelson Marchezan, morto em 2002. O candidato já foi deputado estadual e, atualmente, é deputado federal. Com 44 anos, o porto-alegrense é advogado formado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
Marchezan chegou a ser eleito em sua primeira disputa, para deputado federal, em 2002, mas não pôde exercer o cargo devido a uma decisão da Justiça Eleitoral. No ano seguinte, assumiu uma diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) onde permaneceu até 2006, quando foi eleito deputado estadual. Em 2010, foi eleito deputado federal, cargo para o qual foi reeleito em 2014.

Em votação com recorde de abstenção, Rafael Greca é eleito prefeito de Curitiba pela segunda vez


Por Luiz Henrique de Oliveira


Rafael Greca (PMN) é o novo prefeito de Curitiba. Depois de liderar todo o 1° turno e chegar a ter chances de levar sem 2° turno, Greca perdeu eleitorado e parecia que bateria na trave, mas reverteu e venceu o concorrente Ney Leprevost (PSD). A apuração terminou por volta das 17h30 deste domingo (30). Greca já foi prefeito de Curitiba entre 1992 e 1996. Ele se descola neste momento ao Tribunal Regional Eleitoral de Curitiba (TRE-PR).
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Greca foi eleito com mais de 53% dos votos (Foto: Banda B)
Greca teve mais de 53% contra 47% de Leprevost, em votação com recorde e abstenção e votos brancos/nulos. Os dois travaram uma disputa dura na capital, especialmente no 2° turno. Enquanto Greca foi apoiado pelo governador Beto Richa (PSDB ), Leprevost teve na campanha o PSC de Ratinho Junior, que faz parte do secretariado do governo Richa. Apesar disso, o clima durante os programas eleitorais foi quente, com acusações em ambos os lados. No fim, parece que o ex, e agora atual prefeito, conseguiu convencer indecisos de que seria a melhor opção para a capital.
Greca saiu de sua residência no bairro Batel e se deslocou até o TRE-PR. Durante a votação pela manhã, chegou a chorar e se derreteu de amores por Curitiba. Foi este mesmo discurso que o prefeito eleito usou durante toda a sua campanha, que derrapou quando ele afirmou, em sabatina na PUC-PR, que vomitou a dar carona para um pobre. A partir de então, Greca passou a usar de carinho para os menos favorecidos, inclusive em sua propaganda eleitoral, e tentou mostrar que tudo não passou de uma declaração infeliz. Parece ter convencindo a maioria dos eleitorados.
O novo prefeito tem 60 anos e teve auge político nos anos 90. Depois de um ostracismo político, perdendo quatro eleições nos anos 2000, Greca se reergueu com o mote de uma Curitiba que funcionava quando ele era prefeito. Engenheiro Urbanista formado, ele já esteve em palanques eleitorais com Dilma, Lula, Requião e agora Beto Richa. Em um partido nanico (PMN), o político passou a ser ativo nas redes sociais criticando a gestão de Gustavo Fruet (PDT), conseguindo preparar o caminho para a sua candidatura.

Com 94% das urnas apuradas, Greca já é ‘virtual’ prefeito de Curitiba; siga em tempo real


Por Luiz Henrique de Oliveira


Banda B realiza o boletim de urna nos principais colégios eleitorais de Curitiba. Acompanhe a partir de agora em tempo real:
17:28:  Com 94% das urnas apuradas, Greca mantém vantagem e já está a caminho do TRE-PR.
17h25: Gritos de Rafael  voltou nos saguões do TRE-PR.
17:22: “Não tem mais como reverter. Greca é eleito. Ele ficou esquecido, não se elegeu para deputado estadual e teve fôlego para ser eleito prefeito”, diz Denise Mello, comentarista de política da Banda B.
17:20: Com 88% das urnas apuradas, Greca tem 409 mil votos (53,48%) e Ney Leprevost tem 356 mil votos (46,52%)
17:18: 201 mil eleitores não compareceram para votar em Curitiba até o momento, 93 mil votaram nulo e mais de 30 mil branco;
17:18: Diferença entre Greca e Leprevost é de 30 mil votos
17:18: Enquanto cabos eleitorais de Leprevost já deixam o TRE, os de Greca gritam o nome do candidato;
17:18: Com quase 80% das urnas apuradas, Greca, 53% e Leprevost 46%;
17:17: Apresentadora Denise Mello, da Banda B: “A onda inverteu. A campanha de Greca bateu muito em Leprevost e os números começaram a mudar”.
17:16: Abstenção é muito alta em Curitiba. No primeiro turno, foi de 16% e agora é no segundo é de 19%.
17:15: Em Ponta Grossa, Marcelo Rangel na frente de Aliem Machado.
17:12: 54,54% das urnas apuradas, Rafael Greca com 53,67% e Ney Leprevost com 46,33%
17:11: 4% de votos brancos e 11% de nulos em Curitiba. Número muito alto
17:09: Boca de Urna Ibope Rio de Janeiro: Crivella (PRB): 57% e Freixo (PSOL): 43%
17:08: Boca de Urna Ibope: Greca: 56% e Leprevost: 44%
17:07: Rafael Greca 53% e Ney Leprevost 46% com 6% das urnas apuradas. 19% de abstenção
17:05: Urna no Agrárias da UFPR, no bairro Cabral Rafael Greca 147 votos e Ney Leprevost 90.
17h04: Urna no Colégio Opet, no Bom Retiro: 164 votos a Rafael Greca e 97 a Ney Leprevost.
17h: Votação encerrada. Ney Leprevost e Rafael Greca acompanha em casa a votação. Em instantes a primeira parcial.