‘Não nos calarão’, dizem colegas de Moro


Os colegas do juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, divulgaram nesta sexta-feira, 18, documento em que ‘manifestam preocupação com os ataques que vêm sendo dirigidos ao Poder Judiciário’. Os juízes federais afirmam que ‘não se calarão diante das tentativas inidôneas de atingir as prerrogativas funcionais que asseguram à sociedade um Poder Judiciário independente e imparcial’. As informações são de Julia Affonso, Mateus Coutinho e Fausto Macedo no Estadão.
Em Carta da sua Assembleia Geral, a Associação dos Juízes Federais afirma que ‘os ataques se iniciaram, em especial após a atuação institucional de magistrados em inquéritos policiais e ações penais cujos indiciados e réus possuem grande expressão política e/ou econômica’.

A reação dos juízes ocorreu simultaneamente à iniciativa dos advogados do ex-presidente Lula que, também nesta sexta, 18, protocolaram queixa-crime contra Moro no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região. A defesa do petista atribui ao juiz da Lava Jato ‘abuso de autoridade’.
A Carta da Assembleia Geral da entidade dos magistrados federais não cita nomes, nem faz referência ao processo de Lula contra Moro.
O documento diz que indiciados e réus ‘até há pouco em nosso País se esquivavam a responder pela prática por seus atos em contrariedade à lei e ao ordenamento jurídico em geral, beneficiando-se, dessa forma, de um ambiente de corrupção endêmica’.
“Ilícitos cometidos por integrantes de quaisquer dos três poderes devem ser rechaçados, investigados e punidos”, diz o texto dos juízes. “Contudo, soa inoportuna, e até intimidatória, a proposta de projetos de lei buscando criminalizar a atuação dos juízes justamente quando a atuação do Judiciário tem sido mais efetiva no processamento dos feitos que têm por objeto atos de corrupção.”
Inquieta a toga o projeto que tipifica como abuso de autoridade ‘a mera interpretação da lei e que prevê a punição dos juízes por crimes de responsabilidade’.
“São tentativas claras de ferir a independência funcional dos magistrados, tendo como fim amedrontar os responsáveis pela condução de investigações notoriamente bem sucedidas, como a operação Lava Jato, Acrônimo, Zelotes, entre outras.”
“A atual crise institucional e financeira por que passa o nosso País somente será debelada se encarada como uma oportunidade para profundas reformas norteadas pelos princípios republicanos, especialmente o de que todos são iguais perante a lei, princípio este incompatível com o foro por prerrogativa de função da forma como está hoje instituído”, assinala a Carta.
(foto: divulgação)

Lembrete importante



Geddel Vieira, o personagem do dia, acabou inocentado pela CPI do Anões.
Mas que ele foi citado, foi.

Bebê de apenas 20 dias morre carbonizado em incêndio no bairro São Dimas em Colombo


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Foto: BIC
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O dia de hoje em Colombo, 19 de novembro de 2016, fica marcado por uma tragédia ocorrido no bairro São Dimas, onde um recém-nascido, com idade entre 16 e 20 dias, morreu carbonizado enquanto dormia no berço.
No terreno localizado na Rua João Antônio Trevisan, 508, onde vivem três famílias, foram construídas 3 casas em madeira. Na segunda casa, entre a casa de frente e a casa de fundos, morava a família do bebê. Infelizmente, por volta de 14 hs, enquanto o bebê dormia, segundo informações, em tese, a mãe acompanhada por outros dois filhos estaria na casa da frente, não muito distante, apenas 1o metros de distância do local, onde estava a criança. Nesse momento ninguém podes ser apontado como culpado, foi uma fatalidade.
Segundo a  tenente Gisele Machado, do Corpo de Bombeiros, a mãe em estado  de choque, não deu qualquer informação, já o pai da criança não se encontrava no momento do incêndio.
Não se sabe ainda o que originou o fogo, infelizmente o bebê morreu carbonizado. Mesmo com o esforço de familiares e vizinhos que tentavam desesperadamente conter as labaredas, não foi possível evitar a tragédia. O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater o fogo, mas quando chegou no local já não havia mais nada a fazer, a não ser resfriar as paredes das outras casas mais próximas e o rescaldo dos escombros.
bic bicCriticar vai ser muito fácil…  As criticas virão !!!! Mas nesse  momento a família precisa de ajuda(Roupas, móveis, alimentos e madeira para reconstruir a casa).
Endereço:  Rua João Antônio Trevisan, 508,  bairro São Dimas.

FONTE: BLOG IVAN DE COLOMBO

O supersalário de Geddel



Horas antes de o caso Marcelo Calero vir a público, Geddel Vieira falou sobre a questão dos supersalários.
Disse que não abriria mão de um centavo dos dois vencimentos que acumula, incluindo o de ministro, que juntos chegam a R$ 51.288 -- acima do teto constitucional.
Talvez ele seja "convencido" a rever a posição.

Com ajuda do FBI, foragido da Lava Jato é preso na Espanha


Rodrigo Tacla Duran
Rodrigo Tacla Duran, em cartaz de procurado pela Interpol
Alvo da Operação Lava Jato, o advogado Rodrigo Tacla Duran foi preso em Madri na noite dessa sexta-feira (18) por autoridades policiais espanholas.
Segundo a Polícia Federal, Rodrigo Tacla Duran, apontado como um dos operadores das offshores criadas pelo “departamento de propina da Odebrecht”, que teria recebido R$ 36 milhões de empreiteiras investigadas na Lava Jato, entre elas, a UTC, Mendes Júnior e EIT, estava nos Estados Unidos de onde partiu na terça-feira, dia 15, para Espanha em voo comercial.
O advogado era considerado foragido da Justiça Brasileira e figurava no rol dos procurados internacionais da Interpol, a Difusão Vermelha.
A Polícia Federal, através de seu Oficialato de Ligação na U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) em Miami (EUA), recebeu informação da Polícia Federal norte-americana (FBI) sobre a viagem de Rodrigo Tacla Duran para Madri.
De posse dessa informação, o Escritório Central da Interpol em Brasília, acionou a Adidância da Polícia Federal na Espanha, que, por sua vez, movimentou as autoridades espanholas para localizar e prender o foragido, fato que se concretizou no início da noite dessa quinta.
Após as comunicações oficiais, deverá ser iniciado o processo para que Rodrigo Tacla Duran seja trazido ao Brasil, a fim de que possa responder pelos crimes que lhe são imputados pela Operação Lava Jato.

Alvo da 36ª fase da Lava Jato, Duran trabalhou no Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, chamado pelo Ministério Público Federal (MPF) de “Setor de Propinas”. Ele teria operado pelo menos 12 contas no exterior.

PF vai apurar denúncia de oferta de propina de Garotinho a juiz eleitoral


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A Polícia Federal vai apurar a denúncia de que o ex-governador Anthony Garotinho e seu filho Wladimir Matheus oferecerampropinas de R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões para influenciar decisões do juiz eleitoral Glaucenir Silva de Oliveira, da 100ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes, que decretou a prisão preventiva do ex-governador na Operação Chequinho. O pedido de instauração de inquérito partiu da Procuradoria Regional Eleitoral. Ele pede a investigação da denúncia de que pai e filho teriam oferecido, “por intermédio de terceiros, ‘quantias milionárias’ a pessoas conhecidas pelo juiz” a fim de obter decisões favoráveis e evitar a prisão de ambos.
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Garotinho na sede da PF na Zona Portuária. (Foto: Reprodução/William Côrrea/GloboNews)
O procurador regional eleitoral Sidney Madruga encaminhou ofício à PF na noite de sexta-feira (18). Ele ressaltou a gravidade dos fatos apontados, “que configurariam caso explícito de corrupção”
“Os fatos serão apurados, em caráter urgente, pelo Ministério Público e Polícia Federal, pois a situação retratada pelo magistrado é extremamente grave”, diz o procurador regional eleitoral Sidney Madruga. Segundo ele, as duas ofertas relatadas pelo juiz foram de entrega de propinas de R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões.
O procurador também expediu ofícios em caráter de urgência ao MP Estadual e para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ), em que pede que a promotoria em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, “tome as medidas necessárias para reprimir possíveis ilícitos criminais e eleitorais cometidos por pai e filho”. A defesa de Garotinho não foi encontrada pelo Estado na manhã deste sábado (19).
Garotinho está internado no Hospital Quinta D’Or, depois de ter passado um noite em hospital penitenciário por decisão do juiz Glaucenir Oliveira. No início da madrugada deste sábado, foi transferido do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste da capital, para um hospital particular da zona norte da cidade, onde será submetido a exames. A transferência foi determinada ontem (18) pela ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio.

Todas as grandes obras do governo Cabral são suspeitas, diz MPF

Todas as obras de grande porte realizadas no Estado do Rio de 2007 a 2014, duração dos dois mandatos do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), estão sob suspeita, informaram os procuradores da República Lauro Coelho Junior e José Augusto Vagos, da força-tarefa da Lava Jato no Rio. Eles acreditam que a prática de Cabral de cobrar propina de 5% não se restringia às construtoras Carioca Engenharia e Andrade Gutierrez, nas quais se concentraram as investigações que culminaram na prisão dele e de outros nove colaboradores, integrantes de seu esquema, quinta-feira. Pelos menos mais quatro grandes empreiteiras, Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e OAS, contratadas pelo Estado no período, já estão sendo investigadas.

“Infelizmente essa era a regra do jogo, era como o gestor público tratava os negócios de Estado junto com as empresas privadas. Pelo menos nas obras de infraestrutura em que houve consórcios integrados pela Carioca, Andrade Gutierrez e outras grandes empreiteiras existe uma suspeita muito grande de que houve pagamento de propina, diante da dinâmica e da forma de atuar do ex-governador”, afirmou Vagos. O ex-governador usou o dinheiro para sustentar uma vida de luxo. Em seu apartamento foi encontrado um terno da grife italiana de alta costura Ermenegildo Zegna avaliado em R$ 22 mil. Também implicada nas investigações, a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo tinha tantos vestidos de festa que eles estavam arrumados em seu armário separados por grifes.
Segundo as investigações, Cabral recebeu mesada de R$ 350 mil da Andrade Gutierrez e R$ 200 mil (no primeiro mandato) e R$ 500 mil (no segundo) da Carioca. Os valores eram entregues em espécie por executivos da empresa a emissários de Cabral. Entre as obras mais rentáveis estão a reforma do estádio do Maracanã para a Copa de 2014, a construção do Arco Rodoviário e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Favelas. Cada uma custou cerca de R$ 1 bilhão. Outra obra que rendeu propina foi a de terraplanagem no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, no Grande Rio.
(Com Estadão Conteúdo)

A vista grossa de Geddel



A Folha dá detalhes sobre o prédio em Salvador onde Geddel Vieira Lima comprou um apartamento -- e que causou a demissão de Marcelo Calero do Ministério da Cultura:
"Com apartamentos avaliados em R$ 2,6 milhões e vista para a Baía de Todos-os-Santos, o La Vue está sendo erguido ao lado de sítios históricos ou tombados como o Cemitério dos Ingleses, o Forte de São Diogo e a Igreja de Santo Antônio da Barra.
Concebido para ser um prédio de 30 andares e 107 metros de altura, o edifício destoaria dos demais da região, que têm no máximo dez andares por restrições de gabarito. Segundo o último parecer do Iphan, Le Vue deveria ter no máximo 13 andares."
Geddel queria que Calero fizesse vista grossa para o La Vue.

Golpe no WhatsApp engana usuários com promessa de créditos para celular


Um novo golpe está enganando os usuários do WhatsApp, segundo um alerta da empresa de segurança PSafe Tecnologia. Desta vez, os alvos são clientes de planos pré-pagos que são convidados a participar de uma suposta promoção para ganhar créditos grátis para celular.
Segundo dados da PSafe, mais de 25 mil brasileiros já foram vítimas da ameaça em menos uma semana. Vale lembrar que o mensageiro é atingido constantemente por esse tipo de armadilha devido à sua popularidade: são mais de 100 milhões de usuários no Brasil.

Golpe usa falsa promoção para enganar usuários do WhatsApp (Foto: Reprodução/Psafe)Golpe usa falsa promoção para enganar usuários do WhatsApp (Foto: Reprodução/Psafe)


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O golpe consiste em uma mensagem que chega pelo app de mensagens com o texto: "Créditos Grátis para Celular" acompanhado de um link para uma página externa. Ao abrir o site, há instruções para que o usuário compartilhe a suposta promoção com dez amigos e cinco grupos. A tática é a mesma presente em ameaças denunciadas previamente, como o que usava o nome da Latam para oferecer falsos descontos em passagens aéreas.
Golpe usa falsa promoção para enganar usuários do WhatsApp (Foto: Reprodução/Psafe)Golpe usa falsa promoção para enganar usuários do WhatsApp (Foto: Reprodução/Psafe)


Em seguida, o usuário é levado a fazer o download de um aplicativo fraudulento que pode roubar seus dados. O mecanismo também pode pedir o número de celular e cadastrá-lo em serviços de SMS pagos.
Para evitar esse tipo de ataque, os usuários devem ter cautela ao receber links de qualquer pessoa pelo WhatsApp. Além disso, é altamente recomendado ter um antivírus no celular para impedir a instalação de programas mal intencionados. Veja aqui uma lista com os melhores antivírus para Android. Para o iPhone(iOS), uma opção é o Avast SecureMe.

Celso Daniel: procurador cita suspeita de mais mandantes


O procurador de Justiça Edílson Mougenot Bonfim citou suspeitas da existência de outros mandantes do assassinato do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), ocorrido em 2002, no pedido de retomada das investigações endereçado ao chefe do Ministério Público de São Paulo, procurador-geral Gianpaolo Poggio Smanio. VEJA teve acesso ao ofício elaborador por Bonfim, até então mantido em sigilo. Ele sugere que a denúncia criminal pode ser ampliada para apontar novos responsáveis pela morte.
Em reunião de cúpula do MP, o material foi encaminhado pelo procurador-geral Smanio ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). A unidade do Gaeco no ABC paulista mantém um inquérito aberto desde 2005 para apurar “eventuais partícipes” na morte de Celso Daniel.

“Surgiram ‘provas novas’ desconhecidas à época das primitivas investigações, de modo a justificar uma nova frente investigatória para a completa elucidação do crime que vitimou Celso Daniel,  especialmente no que se refere à apuração de outro(s) eventua(l)is mandantes”, escreveu o procurador.
Bonfim foi chamado a dar parecer em uma apelação criminal do réu Elcyd Oliveira Brito, um dos seis condenados pelo crime. O recurso corre em segredo de Justiça. No documento, ele cita nominalmente o ex-secretário municipal da gestão Celso Daniel  Klinger Luiz de Oliveira Souza e o empresário do ramo de transportes Ronan Maria Pinto, ambos condenados por corrupção em primeira instância.
Na peça, Bonfim faz alusão, entre outros fatos, à revelação do operador do mensalão Marcos Valério de um empréstimo para calar Ronan Maria Pinto, que estaria chantageando o ex-presidente Lula, e os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho. Ronan ameaçava envolvê-los no crime, conforme Valério afirmou ao Ministério Público Federal em 2012. A Operação Lava-Jato revelou que o amigo de Lula e empresário José Carlos Bumlai levantou recursos para repassar 6 milhões de reais a Ronan.
O procurador também afirma que a Lava-Jato mostrou “fatos criminosos no país referentes à corrupção institucionalizada, ao crime organizado, em modelo de conduta ou organização semelhante, análogo ou vinculado ao que se praticava em Santo André quando do homicídio do então prefeito Celso Daniel”. Em outro trecho, ele afirma como justificativa para a abertura de uma nova linha apuratória “a possibilidade do ‘hibridismo’ dos partícipes (troca de posições nas organizações criminosas) e, especialmente, as ramificações de referida(s) organização (ões), cujas ações nefastas conjugavam interesses partidários e palacianos ao de empresariados locais, ensejando poder a uns, dinheiro a outros e poder e dinheiro a alguns outros”.
“Pela logística do crime de homicídio que vitimou Celso Daniel com o necessário emprego de vultosos recursos e engenhosos meios, baseado no surgimento de provas novas e, ainda, lastreado em ‘máxima de experiência’, ousamos dizer que há a fundada suspeita de que tenha havido um número maior de mandantes além daquele apontado inicialmente nos autos. Considerando, por fim, outras suspeitas, possivelmente fundadas, que vinculam aos fatos Ronan Maria Pinto e Klinger de Oliveira Souza, dentre outras pessoas que não necessitam neste momento serem mencionadas, mas que, identificáveis em outros autos, documentos e mídias e que, eventualmente confirmadas, podem sujeitar à responsabilização penal pelo aditamento da inicial acusatória”, escreveu Bonfim.

Mantega tem compromisso com Moro na próxima quarta-feira


Ex-ministro da Fazenda será ouvido como testemunha do ex-deputado Eduardo Cunha em audiência por videoconferência

BÁRBARA LOBATO
18/11/2016 - 09h00 - Atualizado 18/11/2016 11h06
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, divulga o superávit primário registrado pelo governo em 2013 (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega será ouvido pelo juiz Sergio Moro como testemunha de defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha na próxima quarta-feira (23). A audiência será por videoconferência. 
EXPRESSO perguntou ao advogado de Mantega por que Cunha havia arrolado o ex-ministro da Fazenda como sua testemunha de defesa. José Roberto Batochio disse que Mantega não tem a menor ideia. 

Luleco deve ser denunciado



De acordo com o Radar, os procuradores da Zelotes "vão apresentar algumas denúncias até dezembro. Estão na reta final inquéritos sobre o Santander e o Banco Brascan. Luís Claudio Lula da Silva também está nessa leva".