PP reúne prefeitos, vices e vereadores eleitos da RMC e Litoral


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O PP reúne neste domingo, 11, os prefeitos e vereadores eleitos de Curitiba, região metropolitana e litoral. O encontro vai reunir mais de 250 lideranças e contará com a presença da vice-governadora Cida Borghetti, do ministro da Saúde, Ricardo Barros e dos deputados Nelson Meurer, Dilceu Sperafico, Schiavinato e Maria Victória.

Após transferência, Sérgio Cabral chega a carceragem da PF em Curitiba


Ex-governador do Rio de Janeiro foi preso pela Operação Calicute.
MP-RJ denunciou visitas irregularidades de amigos e familiares de Cabral.

Do G1 PR
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) chegou à região de Curitiba por volta das 16h20 deste sábado (10). O político foi preso pela Operação Calicute e estava detido no complexo penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, desde o dia 17 de novembro.( veja vídeo acima )

Ele desembarcou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense, e foi levado ao Instituto Médico-Legal de Curitiba para exame de corpo de delito. Em seguida, o ex-governador foi para Superintendência da Polícia Federal, onde estão 12 presos da Operação Lava Jato.

O ex-governador ficará na mesma carceragem que, por exemplo, o deputado cassado e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-ministro Antônio Palocci e Marcelo Odebrecht.

Cabral foi transferido por ordem do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. O Ministério Publico do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou de que o ex-governador estava recebendo visitas de amigos e familiares irregulares.
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) divulgou nota sobre as visitas ao ex-governador. No documento esclarece que "todas as visitas de familiares do ex-governador Sérgio Cabral foram previamente cadastradas e tiveram as carteirinhas de visitantes expedidas conforme normas desta secretaria".
A Operação Calicute investiga desvios de R$ 220 milhões em obras do governo estadual do Rio, no período em que Cabral foi governador - entre 2007 e 2014.

Além de Cabral, dez pessoas foram presas no dia que a operação foi deflagrada.

Na terça-feira (6), a advogada Adriana Ancelmo, mulher de Cabral, também foi detida.

Conforme os investigadores, o grupo que seria liderado por ele recebia propinas pagas pela construtora Andrade Gutierrez, responsável, por exemplo, pela reforma no Estádio do Maracanã, para a Copa do Mundo.
O inquérito policial concluiu que o ex-governador e o grupo supostamente liderado por ele cometeu crimes que vão de corrupção passiva e ativa, organização criminosa a lavagem de dinheiro. Entre os indiciados estão o ex-governador Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo.
Ainda devem ser instaurados outros inquéritos policiais para aprofundamento de novas vertentes da investigação.
Defesa fala que Cabral corria risco 
De acordo com o Jornal Hoje, Bretas também considerou o pedido da defesa do ex-governador pra autorizar a transferência. Os advogados alegaram que Cabral corria em risco por estar no mesmo presídio de traficantes e milicanos presos enquanto ele era governador.
Manifestação popular
Do lado de fora do prédio da Polícia Federal, cerca de 10 pessoas esperam a chegada do ex-governador do Rio de Janeiro. Um carro de som toca músicas e mensagens de apoio à Lava Jato, ao juiz Sérgio Moro e contra Sérgio Cabral.
Populares acompanharam a chegada de Sérgio Cabral à Polícia Federal de Curitiba (Foto: Rafael Nascimento/ RPC Curitiba)Populares acompanham a chegada de Sérgio Cabral à Polícia Federal de Curitiba (Foto: Rafael Nascimento/ RPC Curitiba)
Criança coberta pela bandeira do Brasil aguarda a chegada de Sérgio Cabral à Polícia Federal de Curitiba (Foto: Rafael Nascimento/ RPC Curitiba)Criança coberta pela bandeira do Brasil aguarda a chegada de Sérgio Cabral à Polícia Federal de Curitiba (Foto: Rafael Nascimento/ RPC Curitiba)

Requião ataca: fui usado e vendido por Renan


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Roberto Requião (PMDB-PR) afirmou nesta sexta (9) que o projeto sobre abuso de autoridade foi negociado com o STF em troca da suspensão do afastamento de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. “Hoje eu vi que o senador [Ronaldo] Caiado (DEM-GO) conseguiu 44 assinaturas para que o projeto não tramite em regime de urgência. Urgência para eles é ferrar o Brasil com a PEC 55″, fuzilou Requião.
“Eu não acreditava nisso. Mas hoje eu vi o presidente Renan dizendo: ‘que atendendo uma reivindicação do plenário vou retirar’. Eu fui usado nesse processo, eu fui vendido nesse processo e eu fico simplesmente horrorizado”, disse Requião no facebook.

“Eu já falei dessa minha decepção com o abuso de autoridade”, disse.
“Eu sou relator do projeto de poder. É uma coisa extremamente singela. Não é contra juiz, contra promotor ou contra delegado. É em defesa das pessoas mais simples. Hoje eu vi que o senador Caiado conseguiu 44 assinaturas para que o projeto não tramite em regime de urgência. Urgência para eles é ferrar o Brasil com a PEC 55”, completou.
(foto: Agência Senado)

Gleisi diz que não vai se pronunciar sobre delação da Odebrecht


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Em nota, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que não vai comentar as preliminares da delação premiada de Marcelo Odebrecht. Ele afirmou que foram repassados mais de R$ 4 milhões não declarados para saldar dívidas da campanha da petista para o governo do Paraná em 2014, segundo a revista IstoÉ. As informações são de Julia Lindner no Estadão.
“A senadora Gleisi Hoffmann não se pronunciará sobre matéria publicada pela imprensa que se baseia exclusivamente em vazamentos de informações”, diz o texto divulgado pela assessoria de imprensa da parlamentar.

Temer é citado 43 vezes em delação de executivo da Odebrecht


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O nome do presidente Michel Temer aparece 43 vezes no documento do acordo de delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, é mencionado 45 vezes, e Moreira Franco, secretário de Parceria e Investimentos do governo Temer, 35. O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que pediu demissão recentemente, surge em 67 trechos. O líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), apontado como o “homem de frente” das negociações da empreiteira no Congresso, tem 103 menções no relato, um arquivo preliminar do que o ex-executivo vai dizer às autoridades da Lava Jato. As informações são da Folhapress com Bem Paraná.

De acordo com Melo Filho, o presidente Temer atua de forma “indireta” na arrecadação financeira do PMDB, mas teve papel “relevante” em 2014, quando, segundo ele, pediu R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht para a campanha eleitoral durante jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014. Segundo o delator, Temer incumbiu Padilha de operacionalizar pagamentos de campanha. O ministro, diz o ex-executivo, cuidou da distribuição de R$ 4 milhões daqueles R$ 10 milhões: “Foi ele o representante escolhido por Michel Temer -fato que demonstrava a confiança entre os dois-, que recebeu e endereçou os pagamentos realizados a pretexto de campanha solicitadas por Michel Temer. Este fato deixa claro seu peso político, principalmente quando observado pela ótica do valor do pagamento realizado, na ordem de R$ 4 milhões”. “Chegamos no Palácio do Jaburu e fomos recebidos por Eliseu Padilha. Como Michel Temer ainda não tinha chegado, ficamos conversando amenidades em uma sala à direita de quem entra na residência pela entrada principal. Acredito que esta sala é uma biblioteca”, disse o delator, que conta detalhes do jantar. “Após a chegada de Michel Temer, sentamos na varanda em cadeiras de couro preto, com estrutura de alumínio.
No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o Vice-Presidente da República como presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10 milhões”, diz. “Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião. Inclusive, houve troca de e-mails nos quais Marcelo se referiu à ajuda definida no jantar, fazendo referência a Temer como ‘MT'”, ressalta o ex-executivo da Odebrecht. Um dos endereços de entrega foi o escritório de advocacia de José Yunes, atual assessor especial da Presidência da República. Segundo o delator, “o atual presidente da República também utilizava seus prepostos para atingir interesses pessoais, como no caso dos pagamentos que participei, operacionalizado via Eliseu Padilha”.
O delator disse que foi apresentado a Temer por Geddel em agosto de 2005 na festa de aniversário de seu pai. Ao se referir ao ministro Padilha, ele afirma que o hoje ministro “atua como verdadeiro preposto de Michel Temer e deixa claro que muitas vezes fala em seu nome”, disse Melo Filho. “Eliseu Padilha concentra as arrecadações financeiras desse núcleo político do PMDB para posteriores repasses internos”, afirmou. A relação entre os quatro caciques peemedebistas é muito forte, segundo o delator, “o que confere peso aos pedidos formulados por eles (ministros), pois se sabe que o pleito solicitado em contrapartida (pela empresa) será atendido também por Michel Temer”.
“Geddel Vieira Lima também possui influência dentro do grupo, interagindo com agentes privados para atender seus pleitos em troca de pagamentos”, disse o delator. Melo Filho afirmou que defendia “vigorosamente” as solicitações de pagamento feitas por Geddel junto à Odebrecht “como retribuição” pelo fato de o ex-ministro lhe aproximar das outras lideranças. Sobre Jucá, ele declarou que um “exemplo” da força dele é “encontrado no fato de que o gabinete do Senador sempre foi concorrido e frequentado por agentes privados interessados na sua atuação estratégica”. Todos os citados têm negado qualquer irregularidade na relação com a Odebrecht.

1 milhão de reais para "Gripado" ou "Pino"



Cláudio Melo Filho relatou aos procuradores da Lava Jato que, em 2014, Aécio Neves pediu a Marcelo Odebrecht que desse a José Agripino 1 milhão de reais.
Como Agripino poderia ser ministro se Aécio vencesse a eleição, Marcelo Odebrecht mandou pagar.
Leiam o trecho:
"Além disso, quando a mídia ventilou que, em eventual vitória de Aécio Neves na campanha presidencial de 2014, o Senador José Agripino poderia ser postulante ao cargo de Ministro de Minas e Energia, estive com o parlamentar. O material foi um estudo sobre a problemática da crise energética no Brasil e eu levei este material ao Senador, pedindo a ele que olhasse com carinho, especialmente no que diz respeito aos impactos da energia sobre o Nordeste.
Por ocasião ainda da campanha de 2014, a pedido de Marcelo Odebrecht, comuniquei ao Senador que a companhia iria fazer um pagamento a ele no valor de R$ 1.000.000,00. Destaco que o Senador José Agripino não era candidato a cargo eletivo nas eleições de 2014. Segundo me foi dito por Marcelo Odebrecht, esse valor teria sido solicitado a ele pelo Senador Aécio Neves como uma forma de apoio ao DEM, que era presidido à época pelo Senador José Agripino."
Agripino é "Gripado" ou "Pino". O filho dele é "Pininho".

Italiano, Pós-Italiano e Amigo custaram mais caro



Na contabilidade revelada por Cláudio Melo Filho, a Odebrecht pagou 68 milhões de reais a quarenta políticos. Desse total, 17 milhões foram para aprovar medidas provisórias.
Italiano ou Aço, Pós-Italiano e Amigo custaram mais caro.

A verdade de Lula



As histórias inventadas pelos advogados de Lula para denegrir a Lava Lato no exterior volta e meia se chocam com a realidade.
Foi o caso da denúncia feita pelo MPF de que Lula e seu filho Luis Cláudio se associaram criminosamente a mais duas pessoas para influenciar a compra de caças suecos pelo governo Dilma - sendo remunerados por isso, é claro.
O Financial Times registrou:

Cabral vai ficar em cela na PF de Curitiba, berço da Lava Jato



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O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) vai ficar preso em uma cela da Polícia Federal em Curitiba, berço da Operação Lava Jato. Preso na Operação Calicute – desdobramento da Lava Jato -, sob suspeita de recebimento de mesadas milionárias de empreiteiras, Cabral deve chegar em avião da PF às 15h30 no aeroporto Afonso Pena, na capital paranaense. Ele já deixou o Complexo Penitenciário de Bangu 8, na zona Oeste do Rio.
Foto: EBC
Foto: EBC
Entre os vizinhos de cela de Cabral na Custódia federal em Curitiba estão o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda/Casa Civil/Governos Lula e Dilma), o empreiteiro Marcelo Odebrecht e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB).
A transferência de Cabral foi requisitada pelo promotor do Ministério Público fluminense André Guilherme Freitas, que atua na Promotoria de Execuções Penais. Freitas informou o juiz federal Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal do Rio – que mandou prender Sérgio Cabral – que o ex-governador estaria recebendo visitas irregulares – inclusive políticos próximos e autoridades
A Secretaria de Administração Penitenciária nega procedimentos irregulares.
No Rio, o peemedebista já é réu em ação penal por crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa – delatores informaram a Procuradoria da República e a PF que Cabral recebia mesadas de até R$ 500 mil da Carioca Engenharia e de R$ 350 mil da Andrade Gutierrez.
Em Curitiba, ele é alvo de inquérito por suspeita de recebimento de propinas nas obras do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), atrelado à Petrobras. A base da Lava Jato é o esquema de propinas e cartelização na estatal petrolífera.
O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão, um expedido pelo juiz Bretas, o outro pelo juiz Sérgio Moro, símbolo da Lava Jato.

Motorista morre após invadir pista contrária e bater contra ônibus no Contorno Leste


Da Redação
(Fotos: Flávia Barros – Banda B e Divulgação PRF)

Um motorista de 40 anos morreu na hora após bater o carro em que estava contra um ônibus no Contorno Leste (BR-116), em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O acidente aconteceu por volta das 11h deste sábado (10) na altura do KM-103.
O condutor do Gol fazia o sentido Sul quando se perdeu, atravessou a pista e bateu a traseira contra um ônibus que ia sentido Norte. O motorista não resistiu à gravidade da colisão e morreu antes da chegada do socorro.
Por conta da colisão, uma das faixas da pista sentido Norte ficou interditada

Com Lula, Renan pode contar



Como já informamos, Jorge Viana, o "suprapartidário", não tirou da sua cabecinha a ideia de dar apoio irrestrito a Renan Calheiros assim que Marco Aurélio Mello determinou o afastamento do presidente do Senado.
Toda a orientação foi dada por telefone, por Lula, confirma a Época.
Só os petistas fazem que não sabem.

CABRAL VIOLOU CUSTÓDIA



O Antagonista obteve a decisão do juiz Marcelo Bretas de transferir Sérgio Cabral para Curitiba.
Em seu despacho, consta relato do MPF de que Cabral, pela sua influência, violou as regras da custódia - mantendo contatos irregulares com políticos e autoridades públicas.
Bretas, com ironia, diz ainda que a transferência de Cabral também vai livrá-lo do risco de que seja alvo de traficantes, milicianos e agentes penitenciários.